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13 julho 2006

PIADAS - Não dá pra morrer sem saber (0713-001)

01 - O nome completo do Pato Donald é Donald Fauntleroy Duck.
02 - Em 1997, as linhas aéreas americanas economizaram US$ 40.000 eliminando uma azeitona de cada salada.
03 - Uma girafa pode limpar suas próprias orelhas com a língua.
04 - Milhões de árvores no mundo são plantadas acidentalmente por esquilos que enterram nozes e não lembram onde eles as esconderam.
05 - Comer uma maçã é mais eficiente que tomar café para se manter acordado.
06 - As formigas se espreguiçam pela manhã quando acordam.
07 - As escovas de dente azuis são mais usadas que as vermelhas.
08 - O porco é o único animal que se queima com o sol além do homem.
09 - Ninguém consegue lamber o próprio cotovelo, é impossível tocá-lo com a própria língua.
10 - Só um alimento não se deteriora: o mel.
11 - Os golfinhos dormem com um olho aberto.
12 - Um terço de todo o sorvete vendido no mundo é de baunilha.
13 - As unhas da mão crescem aproximadamente quatro vezes mais rápido que as unhas do pé.
14 - O olho do avestruz é maior do que seu cérebro.
15 - Os destros vivem, em média, nove anos mais que os canhotos.
16 - O "quack" de um pato não produz eco, e ninguém sabe porquê.
17 - O músculo mais potente do corpo humano é a língua.
18 - É impossível espirrar com os olhos abertos
19 - "J" é a única letra que não aparece na tabela periódica.
20 - Uma gota de óleo torna 25 litros de água imprópria para o consumo.
21 - Os chimpanzés e os golfinhos são os únicos animais capazes de se reconhecer na frente de um espelho.
22 - Rir durante o dia faz com que você durma melhor à noite.
23 - 40% dos telespectadores do Jornal Nacional dão boa-noite ao William Bonner no final.
24 - Aproximadamente 70 % das pessoas que lêem este texto tentam lamber o cotovelo....

Crédito: Roberto Lima

09 julho 2006

PENSE - Os direitos do Amor (0709-001)

Considerando ser o Amor o maior de todos os agentes de Utilidade Pública, divulga-se o que se segue...
O amor pode apropriar-se de todo e qualquer coração, com ou sem anuência do dono.
Em presença de sentimentos inferiores, tais como a raiva, o ódio e o ressentimento, ao Amor é permitido julgá-los e extraditá-los sem direito a reconsideração da pena.
O Amor deve ser respeitado em todas as suas formas, sejam elas dirigidas a pessoas, coisas, vegetais ou animais.
Ao Amor é sempre permitida a companhia do perdão, pois que sem este Ele está falsificado.
O Amor tem o direito de ficar cego, surdo e mudo quando em presença de maledicências
e pode apresentar-se como agente de paz diante de desarmonias e atos prejudiciais
a todos os seres do Planeta.
O Amor tem licença plena para manifestar-se livremente, independente de raça, credo ou religião.
Ele é incondicionalmente livre para viver em seu habitat natural: o coração.
O Amor é bússola que aponta o caminho para a Felicidade e assim deve ser indiscutivelmente reconhecido.
A todo aquele que banir o Amor do seu coração será imputada a pena de solidão, isolamento e sofrimento perpétuos.
O Amor nunca deverá ser responsabilizado por dores, perdas ou danos e tem amplos poderes para neutralizar todas as batalhas, sejam elas emocionais, familiares ou sociais.
Ao Amor não se aplicam Leis Trabalhistas: Ele pode exercer suas funções 24 horas por dia durante TODOS os dias do ano.
Quando o Amor entra em corações, deve ser bem recebido, bem tratado, bem nutrido e absolutamente livre para agir em prol de todos os envolvidos por Ele.
Em nenhuma hipótese o Amor deverá ser álibi para atitudes de más intenções, tais como usá-Lo como desculpa para enganar, iludir ou controlar corações.
Também nunca poderá ser instrumento de brincadeira com o sentimento do homem ou da mulher.
Toda e qualquer tentativa de matar o Amor será tratada pelo Universo como crime contra a vida do próprio mandante.
O Amor é partidário da Lei de Causa e Efeito: Ele pode partir em definitivo da Vida daqueles que optam pelo sofrimento diante das adversidades, e também daqueles que se deixam cair em abandono.
Ao Amor nada deve ser acrescentado e Dele também nada retirado, posto ser o mais perfeito de todos os sentimentos e manifestação absoluta de Deus.
Parágrafo Único: Os Direitos do Amor sempre protegerão os legítimos Direitos de Todos os Seres.

Crédito: FREDERICO ALVES do grupo AMI O Menino das Estrelas

07 julho 2006

MUDE - Comece agora (0707-0030

No tocante a todos os atos de iniciativa e de criação, existe uma verdade fundamental cujo desconhecimento mata inúmeras idéias e planos esplêndidos: a de que, no momento em que nos comprometemos definitivamente, a Providência também se move.

Para ajudar-nos, ocorre toda espécie de coisas que em outra situação não teriam ocorrido.

Toda uma corrente de acontecimentos brota da decisão, fazendo surgir a nosso favor toda sorte de incidentes, encontros e assistência material que nenhum homem sonharia pudessem vir ao seu encontro.

O que quer que você possa fazer ou sonha poder fazer, faça-o!

A coragem contém genialidade, poder e magia.

Comece agora!

Goethe

PENSE - Presentes (0707-002)

LUAR....
Para brilhar na noite dos amores incompreendidos

SILÊNCIO...
Para fazer calar as vozes que atordoam o coração

AMANHECER...
Para fazer um dia a mais de felicidade

LUZ...
Para os que vivem na escuridão

NOITE...
Para acalentar os que lutam durante o dia

VIDA...
Para fazer nascer os que estão morrendo

LÁGRIMA...
Para fazer chorar os corações insensíveis

SORRISO...
Para encantar os lábios dos amargurados

AMOR...
Para unir as pessoas... e lhes dizer que sou apenas uma delas

Crédito: Simplesmente um Anjo - Frederico Alves

PENSE - Amor Líquido (0707-001)

Vivemos a cultura do pronto, do aluguel, do descartável. As relações humanas estão cada vez mais revogáveis.

Zygmunt Bauman é considerado hoje um dos sociólogos mais influentes do mundo. Professor emérito de sociologia na Universidade de Leeds, na Inglaterra, e na Universidade de Varsóvia, Polônia, seu livro mais recente é Amor líquido - Sobre a fragilidade das relações humanas, publicado pela Zahar, de onde tirei os conceitos e extraí citações para estas reflexões. A tese de Bauman é que vivemos em um mundo líquido, que detesta tudo o que é sólido e durável, tudo que não se ajusta ao uso instantâneo nem permite que se ponha fim ao esforço.

O amor, nesse mundo líquido, é, portanto, amor líquido. A tirania do mercado explica em parte essa característica rarefeita de tudo. Estamos na era do Homo consumens. O que caracteriza o consumismo não é acumular bens, mas usá-los e descartá-los em seguida, a fim de abrir espaço para outros bens e usos.

Estar excluído da sociedade de consumo equivale a ser um fracassado, um incompetente. Um consumidor falho fica se utilizando dos mesmos bens, e a utilização repetida o priva da possibilidade de sensações novas e inéditas. Isso o leva ao tédio e à frustração. Ser bem-sucedido, então, é conviver com novidades, variedades e rotatividade. Daí surge a cultura do aluguel e do descartável (e, por isso mesmo, mais barato).

Nessa sociedade líquida, você não compra - aluga. Comprar implica posse e permanência. Alugar representa rotatividade sem ônus. O descartável pode ser facilmente substituído sem muito prejuízo: vale a relação custo-benefício, ou tempo de benefício.

No mercado, tudo está ao alcance do cartão de crédito, e a distância entre o desejo e sua satisfação está cada vez mais curta. E, portanto, o descarte, cada vez mais rápido. A experiência sexual e relacional segue o mesmo padrão e raciocínio. Afinal, seu parceiro pode abandonar você a qualquer momento, sem o seu consentimento.

Anthonny Giddens, outro célebre analista da chamada pós-modernidade, fala dos "relacionamentos puros", onde as relações permanecem enquanto satisfazem as partes.

São relacionamentos nos quais se entra apenas pelo que cada um pode ganhar e se permanece apenas enquanto ambas as partes imaginam que estão proporcionando a cada uma satisfações suficientes para permanecerem nas relações. Viver juntos é "por causa de" e não "a fim de". Enquanto há razões, a parceria permanece. Os parceiros já não se enxergam como construtores de si mesmos, um do outro e da própria parceria.

Parcerias frouxas e eminentemente revogáveis substituíram o modelo da união pessoal "até que a morte separe". Bauman chama isso de "relacionamentos de bolso", que compara com vitamina C: em grandes doses podem causar náuseas e prejudicar a saúde.

Por essa razão, a "sociedade líquida" prefere os relacionamentos diluídos, para que possam ser aproveitados. Os compromissos intensos e de longo prazo são uma armadilha a ser evitada. O compromisso fecha a porta para novas possibilidades (quem sabe, até melhores). Mantenha sempre sua porta aberta, dizem os "especialistas".

Viver juntos foi substituído por ficar juntos. A convivência foi substituída pelos encontros episódicos. O casamento foi substituído pela sucessão de romances com sexo. O divórcio foi substituído pelos CSS - casais semi-separados. As amizades foram substituídas pelas salas de chat e as redes, onde se pode conectar e desconectar sem qualquer compromisso, promovendo relações fantasiosas ou profundas protegidas pelo anonimato.

Ralph Waldo Emerson acertou ao afirmar que "quando se é traído pela qualidade, tende-se a buscar desforra na quantidade".

Na compulsão de tentar novamente, e obcecado em evitar que a atual experiência sabote a futura, ou sempre em expectativa de que o melhor está por vir e que há sempre algo melhor pelo que esperar, as pessoas acabam desaprendendo o amor; tornam-se incapazes de amar.

A sensação de que se pode ser abandonado, substituído a qualquer momento, impede a entrega total - e, porque não se entrega totalmente, o amante parcial vive com a constante sensação de que está vivendo um equívoco, ou que está esquecendo algo, deixando de experimentar alguma coisa. Isso faz com que o amante parcial viva carregado de ansiedade. E, pior do que isso, está condenado a permanecer para sempre incompleto e irrealizado. Bauman diz, a respeito, que os que assim se encontram estão
"numa viagem que nunca termina; o itinerário é recomposto em cada estação, e o destino final é sempre desconhecido".

A resposta para essa "sociedade líquida" que vive de "amores líquidos" deve considerar, pelo menos, três fatos:

1) Em primeiro lugar, lembre-se que o amor encontra seu significado não na posse das coisas prontas, completas e concluídas, mas no estímulo a participar da gênese dessas coisas. Martinho Lutero nos adverte que "o amor de Deus não se destina ao que vale a pena ser amado, mas cria o que vale a pena ser amado". Em outras palavras - não espere pessoas prontas; caminhe com elas rumo à maturidade.

2) Lembre-se também que o amor não é um caminho de satisfação, mas de transformação e realização. Hans Burky ensinou que "mais da mesma coisa nos deixa no mesmo lugar". Em outras palavras, quando seu relacionamento não estiver satisfatório, não mude o parceiro ou parceira: mude o relacionamento.

3) Finalmente, lembre-se que o amor não é um episódio, mas uma caminhada comum. Ele não acontece na relação superficial, esporádica, virtual, meramente física, mas num relacionamento de proximidade que conduz à intimidade, em direção à profundidade do ser que ama. Em outras palavras, não confunda paixão e sexo com amor.
A sociedade não vive da negação do amor, mas da deturpação. Para deturpar, você priva, exacerba (exagera) ou distorce. O amor líquido é uma falsificação do amor sólido. Isto é, para conspirar contra o amor, não precisa semear o ódio, que a maioria rejeita; basta semear o amor líquido. A sociedade líquida está iludida. Carece de gente que viva relacionamentos de "amor sólido", para que conheça a verdade e seja liberta de sua ilusão.

Crédito: René Kivitz - Escritor conferencista, em São Paulo

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