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12 maio 2006

PENSE - O lápis (0512-001)

O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura, perguntou:
- Você está escrevendo uma história?
A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:
- Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.
O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.
- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!
- Tudo depende do modo como você olha as coisas - respondeu, pacientemente, a avó. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.
Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma mão que guia seus passos. A mão de Deus deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade.
Segunda: de vez em quando, eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco. Mas, no final, ele estará mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dificuldades, porque elas o farão ser uma pessoa melhor.
Terceira: o lápis é companheiro da borracha, para apagar o que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa não é necessariamente algo ruim. Aceite as suas falhas e corrija-as, sem constrangimentos...
Quarta: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você. Não deixe que as quedas abalem o seu interior...
Quinta: o lápis sempre deixa uma marca... Portanto, lembre-se: tudo o que você fizer na vida, irá deixar traços...
Procure ser consciente de cada ação e que os seus desenhos sejam cada vez melhores...
Que, como o lápis do poeta, você possa construir a sua história sendo instrumento de alegria, emoções e sabedoria.

11 maio 2006

PENSE - Energia Vital (0511-001)

Onde estão suas energias?
Prof. Luiz Machado - 09/05/2006


Você sabia que nós temos um dínamo no cérebro que gera energia para todas as necessidades? Que tal se eu lhe disser que podemos produzir a energia que consegue as coisas?

A Natureza age por finalidade. Isto significa que tudo o que Ela cria, produz, desenvolve é para atingir um objetivo definido. Daí conclui-se que o objetivo é o disparador das reações químicas no organismo para gerar a energia de que precisamos para viver e para conseguir resultados.

A energia da vida tem recebido várias denominações; como, por exemplo, od , como a chamou o barão Carl–Ludwig Von Reichenberg (1788 – 1869); élan vital, na terminologia de Henri Bergion (1859 – 1941); libido, como energia vital, de acordo com as teorias de Sigmund Freud (1856 – 1939); energia psíquica, segundo as teorias de Carl Gustav Jung (1875 – 1961); energia do orgônio, de acordo com as teorias de Withelm Reich (1897 – 1957); prana, princípio da vida, na teosofia; ch'i energia da vida (dos chineses).

Qualquer interpretação ou nome que se dê, o fato é que somos energia condensada, como toda matéria. E essa energia é transformada para criar o ser e preservar sua espécie. Pense em como uma semente germina...

Somente há poucas décadas, as neurociências identificaram em que região do cérebro se localiza o dínamo que gera toda a energia; é no sistema límbico, formado por determinadas estruturas bem no interior do cérebro e que são as mais responsáveis pelas emoções. Na verdade, as emoções são resultantes de transformações químicas que geram energia. O sistema límbico funciona em íntima conexão com o sistema glandular endócrino, o que é formado pelas glândulas que lançam substâncias diretamente no sangue. Então, é o conjunto formado pelo sistema límbico mais o sistema glandular que devemos ativar para conseguir resultados. Este é, na verdade, o sistema de autopreservação e preservação da espécie (SAPE).

Devemos ter em mente que o sistema glandular é o nosso sistema energético.

De uma maneira bem simples, podemos dizer que, como organismos vivos, estamos sob o comando do sistema límbico, para atingir objetivos.

Com o desenvolvimento da inteligência racional, descobrimos como colocar no SAPE os nossos próprios objetivos e fazer com que eles sejam captados como se fossem objetivos da Natureza que, então, usa de todos os seus recursos para atingi-los. Podemos imaginar a força que tem este processo para obter resultados.

Mas os objetivos, para serem admitidos pelo SAPE precisam ser revestidos de emoções, com fascínio, arrebatamento, paixão, vibração, encantamento e a isso demos o nome de emotizar e, assim, dizemos que os objetivos para serem incorporados pelo SAPE precisam ser emotizados.

Os objetivos emotizados têm a capacidade de acionar o nosso sistema energético e atrair energia do cosmos.


Crédito: Professor Luiz Machado, Ph.D. Cientista Fundador da Cidade do Cérebro
http://www.cidadedocerebro.com.br

10 maio 2006

PIADAS - Depoimento do Mineirinho (0510-001)

Seu Zé, mineirinho, pensou bem e decidiu que os ferimentos que sofreu num acidente de trânsito eram sérios o suficiente para levar o dono do outro carro ao tribunal.
No tribunal, o advogado do réu começou a inquirir seu Zé:
- O Senhor não disse na hora do acidente "Estou ótimo"?
E seu Zé responde:
- Bem, vou lhe contar o que aconteceu. Eu tinha acabado de colocar minha mula favorita na caminhonete.
- Eu não pedi detalhes! - interrompeu o advogado.
- Só responda à pergunta:
- O Senhor não disse na cena do acidente: "Estou ótimo"?
- Bem, eu coloquei a mula na caminhonete e estava descendo a rodovia...
O advogado interrompe novamente e diz:
- Meritíssimo, estou tentando estabelecer os fatos aqui. Na cena do acidente este homem disse ao patrulheiro rodoviário que estava bem. Agora, várias semanas após o acidente ele está tentando processar meu cliente, e isso é uma fraude.
Por favor, poderia dizer a ele que simplesmente responda à pergunta. Mas, a essa altura, o Juiz estava muito interessado na resposta de seu Zé e disse ao advogado:
- Eu gostaria de ouvir o que ele tem a dizer.
Seu Zé agradeceu ao Juiz e prosseguiu:
- Como eu estava dizendo, coloquei a mula na caminhonete e estava descendo a rodovia quando uma pick-up atravessou o sinal vermelho e bateu na minha caminhonete bem na lateral. Eu fui lançado fora do carro para um lado da rodovia e a mula foi lançada pro outro lado. Eu estava muito ferido e não podia me mover. De qualquer forma, eu podia ouvir a mula zurrando e grunhindo e, pelo barulho, eu pude perceber que o estado dela era muito ruim. Logo após o acidente, o patrulheiro rodoviário chegou ao local. Ele ouviu a mula gritando e zurrando e foi até onde ela estava. Depois de dar uma olhada nela, ele pegou a arma e atirou 3 vezes bem entre os olhos do animal. Então, o policial atravessou a estrada com a arma na mão, olhou para mim e disse:
- "Sua mula estava muito mal e eu tive que atirar nela. Como o senhor está se sentindo?"
- O que o Sr. falaria, meritíssimo???

Créditos: Douglas (Quantamerda)

09 maio 2006

PENSE - Idoso ou Velho? (0509-002)

Idoso é a pessoa que tem muita idade. Velho é a pessoa que perdeu a jovialidade.
A idade causa a degeneração das células. A velhice causa a degeneração do espírito.
Por isso, nem todo idoso é velho mas há velho que nem chegou a ser idoso.
Você é idoso quando pergunta se vale a pena; você é velho quando, sem pensar, responde que não.
Você é idoso quando sonha; você é velho quando apenas dorme.
Você é idoso quando pratica esportes; você é velho quando não se exercita, apenas descança.
Você é idoso quando ainda sente amor; você é velho quando só sente ciúmes e possessividade.
Você é idoso quando seu calendário tem amanhãs; você é velho quando seu calendário só tem ontens.
Idoso é aquela pessoa que tem tido a felicidade de viver uma vida produtiva, de ter adquirido uma grande experiencia, de ser uma porta aberta entre o passsado e o futuro e de saber que é no presente que os dois se encontram. Já o velho é aquele que tem carregado o peso dos anos, em vez de transmitir experiência às gerações futuras, transmite pessimismo e devolução. Para este não existe ponte entre o passado e o presente, mas apenas um fosso que o separa do presente pelo apego ao passado.
O idoso se renova a cada dia que começa; o velho se acaba a cada noite que termina, pois, enquanto o idoso tem seus olhos postos no horizonte, de onde o sol desponta e a esperança se ilumina, o velho tem sua miopia voltada para os tempos que passaram.
O idoso tem planos; o velho tem saudades.
O idoso curte o que lhe resta da vida; o velho sofre pela aproximação da morte.
O idoso se mordeniza, dialoga com a juventude e procura compreender os novos tempos; o velho se emperra no seu tempo, se fecha em sua ostra e se fecha à modernidade.
O idoso leva uma vida ativa, plena de projetos e a preenche de esperanças. para ele o tempo passa rápido e a velhice nunca chega; o velho cochila no vazio de sua vidinha e suas horas se arrastam, destituidas de sentido.
As rugas do idoso são bonitas, porque foram marcadas pelo sorriso; as do velho são feias porque foram vincadas pela amargura.

Em suma, o idoso e o velho são duas pessoas que até podem ter, no cartório, a mesma idade cronológica, mas o que tem mesmo são idades diferentes no coração.

Créditos: Cleide Lopes - Texto premiado em Concurso de redações da USP

PIADAS - Mulher no Paraíso (0509-001)

Três mulheres morrem juntas num acidente de carro e vão para o céu.
São Pedro diz:
-Aqui no céu, só há uma regra: NÃO PISE NOS PATOS.
Elas acharam a regra muito esquisita, mas quando atravessaram as portas perceberam ser quase impossível andar sem pisar num pato. O paraíso estava forrado de patos.
Ainda meio confusa, a primeira mulher pisou num.
São Pedro veio com uma corrente, um cadeado e o homem mais feio que a mulher já tinha visto. Disse:
- Você não cumpriu a regra. Seu castigo será viver a eternidade acorrentada a esse homem.
Semanas depois, a segunda mulher cometeu o mesmo erro: pisou num pato. E São Pedro acorrentou-a com o homem mais feio que ela já havia visto e repetiu:
- Você vai ter como castigo viver eternamente com esse homem.
A terceira mulher passou a ser supercuidadosa, extremamente cuidadosa.
Meses se passaram. Um dia São Pedro apareceu com o homem perfeito: lindo, moreno, olhos azuis, forte e alto. E acorrentou a mulher a ele.
Pensando muito, ela ficou quieta. São Pedro afastou-se. Ela então perguntou ao maravilhoso homem:
- Que fiz eu para receber você como prêmio?
Ele respondeu:
- Você, não sei, mas eu pisei num pato.

Crédito: JOSÉ RIBAMAR DA COSTA(largados em Guarapari)

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